Ministro Marcos Pontes ressaltou importância de produção brasileira
![]() |
Foto - Marcello Casal Jr/Agência Brasil |


Segundo o ministro, o governo espera que as fases de testes obrigatórias para o uso amplo da vacina ocorram ainda este ano. “Esperamos que os testes aconteçam ainda neste ano, pelo menos para ter uma abertura em emergência da fase 3. Havendo eficiência e segurança comprovadas, a vacina será usada aqui no Brasil”, afirmou Pontes.
As fases 1 e 2 deverão contar com 360 pacientes cada. Após a comprovação de eficácia e segurança, a fase 3 - que testa a vacina em um grupo maior e mais diverso de pacientes - deverá contar com 20 mil pessoas.
Pontes cogitou a possibilidade da aceleração emergencial da fase 3 da Versamune MCTI, assim como ocorreu com outras vacinas já em uso aprovadas pela Anvisa.
Controle sobre mutações
Marcos Pontes ressaltou a importância da produção de uma vacina 100% nacional, que servirá para atender rapidamente a população brasileira caso novas mutações ocorram. O ministro também lembrou da importância da mantenção da soberania e da independência de fontes externas de vacina.
“Cada vez que temos uma mutação dessas, se dependermos do exterior completamente para fazer modificações - principalmente se as mutações forem com características exclusivas do país, centralizadas aqui - isso fica difícil. Demora muito tempo e perdemos muita gente. Não queremos isso. Poder controlar rapidamente a tecnologia e os insumos é essencial”, argumentou o ministro.
As áreas de farmácia, biomedicina, química e a economia nacional também serão beneficiadas pela produção de um imunizante nacional. “O desenvolvimento nacional fica mais barato do que a importação, e ele produz empregos e empresas. Precisamos de todo um sistema montado para outras vacinas e outras pandemias.” (Com Agência Brasil).
![]() |
Participe do grupo de WhatsApp do Portal Douglas Souza e receba informações em seu celular; Grupo WhatsApp Portal Douglas Souza (05)
![]() |
Foto - Funerária Previ Vida/Palmital |
Tags:
Vacina