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Bebê morre em hospital e família recebe caixão vazio

Conforme o HST, funcionário da funerária confundiu corpo da criança com saco de roupas, que foi colocado no caixão e encaminhado para o velório

Foto - Reprodução/Redes Sociais

O mistério envolvendo o desaparecimento do corpo de uma bebê em um velório em Turvo nessa segunda (25), está resolvido. O Instituto Virmond (Hospital Santa Tereza – HST) se pronunciou sobre o caso na noite desta segunda.

O caso teve grande repercussão nas redes sociais e em toda a Região, e chocou os familiares de Emanuelle. De acordo com o diretor operacional do Instituto Virmond, Michel Cunha, o corpo se tratava de Emanuelle Costa Rosa.

A criança nasceu prematura e morreu ainda na manhã dessa segunda (25). Conforme o diretor do HST ao Portal RSN, a situação não passou de um erro humano e a responsabilidade seria da funerária.

"O corpo estava preparado e devidamente com as identificações. A funerária iria encaminhar para o velório. Mas o funcionário da funerária ao entrar no necrotério se deparou com um saco transparente com roupas pretas e sem identificação. E por pura distração, admitiu pra si que aquilo fosse o bebê e encaminhou até o município [Turvo] como se fosse o bebê. Enquanto o corpo da criança ficava em nosso necrotério, envolvido em ráfia, devidamente identificado com as etiquetas."

No entanto, somente no velório que os familiares se deram conta do ocorrido. De acordo com as informações apuradas, o caixão estava fechado e só foi aberto porque a família queria mostrar a bebê para a irmã.

Mas o corpo de Emanuelle não estava no caixão, apenas uma calça preta e uma roupa intima embalada em um saco plástico transparente.

Ainda segundo o diretor Michel Cunha, a equipe do HST ficou sabendo da situação por meio da repercussão nas redes sociais.

"Nós só ficamos sabendo do engano da funerária por causa das redes sociais e das notícias. Fizemos uma rápida análise e seguimos todos os protocolos do Hospital, mas a Funerária cometeu uma falha humana. A bebê tinha 860 gramas, longe do que uma calça e uma roupa íntima iriam pesar."

Além disso, o diretor explica que as informações de que a roupa estaria com vestígios de formol são falsas. Segundo ele, o HST não tem esse produto. Contudo, as roupas seriam de outra pessoa que também estava no necrotério.

Por fim, a família que teve o momento de luto interrompido, já que o sepultamento seria nessa segunda às 14h. O sepultamento de Emanuelle Costa Rosa será nesta terça (26). A funerária deve se pronunciar após o sepultamento. (Com Portal RSN).

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