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Projeto de duplicação da PR-466 é apresentado em Pitanga

A reunião, que ocorreu na sede da Amocentro, reuniu o diretor geral da empresa, Márcio Roberto Fernandes; o coordenador Hallisson Jorge da Silva; o vice-prefeito de Pitanga, Carlos Brandalise; o assessor executivo Valter de Freitas; o vereador Antônio Adir de Lara; e o presidente do Sindicato Rural de Pitanga, Luiz Carlos Zampier

Foto - Reprodução/Jornal Paraná Centro

Integrantes da Unidec Engenharia estiveram em Pitanga, na quinta-feira, dia 21 de outubro, para uma reunião com representantes da prefeitura, onde discutiram detalhes sobre as intervenções necessárias a serem acrescidas no projeto de duplicação da rodovia PR-466, no trecho que passa pela área urbana de Pitanga. A empresa foi contratada por uma associação de entidades da iniciativa privada da região para elaborar o projeto de duplicação da rodovia, no trecho entre Pitanga e Turvo. Existe uma sinalização do Governo do Estado que, se esse projeto for entregue até o final do mês de novembro desse ano, ele deve entrar em licitação já em janeiro de 2022.

A reunião, que ocorreu na sede da Amocentro, reuniu o diretor geral da empresa, Márcio Roberto Fernandes; o coordenador Hallisson Jorge da Silva; o vice-prefeito de Pitanga, Carlos Brandalise; o assessor executivo Valter de Freitas; o vereador Antônio Adir de Lara; e o presidente do Sindicato Rural de Pitanga, Luiz Carlos Zampier.

Além do debate sobre as intervenções necessárias para a duplicação no trecho urbano do município de Pitanga, a Unidec apresentou uma prévia de grande parte do projeto, que já está praticamente pronto. As duas últimas etapas são a definição do trecho da rodovia dentro de Pitanga e da elaboração do orçamento final da duplicação, para que o DER (Departamento de Estradas de Rodagem) possa dar início ao processo de licitação.

Márcio Fernandes comenta que a tendência é de três intervenções importantes no trecho urbano de Pitanga, que seriam a ampliação do trevo de acesso à rodovia PR-239, que fará a ligação entre Pitanga e Mato Rico; a implantação de uma passarela para o acesso da população do bairro Santa Regina; e um viaduto no trevo de acesso a UCP e ao futuro Hospital Regional de Pitanga. “Precisamos elaborar esse projeto de acordo com o Plano Diretor da cidade e essa é a última etapa antes da entrega do projeto ao DER, que deve ocorrer até o início de dezembro.

Sobre os demais trechos do projeto, que está praticamente pronto, ele comenta que as principais dificuldades, no trabalho de campo, foram a interferência do tráfego na rodovia, que é muito intenso, pois houve a necessidade de fazer um estudo muito detalhado. “Fizemos uma projeção do tráfego para os próximos 20 anos, para que o projeto estivesse adequado a essa demanda e a rodovia se mantenha com um nível de serviço adequado e, por isso, detalhes técnicos são muito importantes para dimensioná-lo, como a localização dos retornos, intersecções, pavimentação, terraplanagem e até mesmo evitar possíveis desapropriações, para não elevar o custo da obra”, frisa.

Um dos trechos mais perigosos da rodovia e onde houve uma atenção maior por parte da empresa na elaboração do projeto é na Serra da Marrequinha. Márcio Fernandes comenta que o projeto prevê a correção da geometria da curva, para que ela fique dentro de um padrão aceitável para a rodovia e também a própria duplicação, que vai dividir o tráfego, deve reduzir a intensidade e, assim, tornar o trecho menos perigoso, mas é necessário também a colocação de um dispositivo para inibir o excesso de velocidade no local. “Nessa rodovia, o fator que chamamos de nível de serviço, é muito ruim, inadequado e perigoso, mas a partir do momento que ocorrer essa duplicação e com os retornos adequados, intersecções e cruzamentos corretos, praticamente se elimina o risco”, salienta.

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O diretor da empresa salienta que o projeto aproveitou integralmente a pista atual da rodovia e o trecho que será duplicado, em alguns momentos, aproveita parte do terreno à direita e, em outros, aproveita o terreno à esquerda, dependendo do relevo. “Visamos fazer um trabalho técnico que garanta segurança, mas também com o menor custo, para que sua execução seja viável”, ressalta.

O trecho total que será duplicado é de 45 quilômetros e o orçamento final da obra é a última etapa da elaboração do projeto, mas o valor deve ser menor ao final do processo de licitação.

O presidente do Sindicato Rural de Pitanga, Luiz Carlos Zampier, comenta que o projeto está praticamente concluído, faltando apenas alguns ajustes, mas que tudo o que foi acordado com a empresa está se concretizando. “Já foi realizada toda a parte de campo, sondagens, levantamentos topográficos e a parte da engenharia (cálculo) e desenho da rodovia está praticamente pronta; essa é uma obra grandiosa e que vai dar um ar de modernidade para Pitanga e toda a região, além de proporcionar segurança, que é o principal”, finaliza.

Zampier comenta que muitas pessoas não acreditaram no projeto, mas que a apresentação dessa etapa mostra que a duplicação começa a se materializar e que existe, de fato, um sentimento que as obras vão acontecer.

O vice-prefeito de Pitanga, Carlos Brandalise, participou da reunião, representando o prefeito Maicol Barbosa, que estava em viagem a Curitiba. Ele comenta que, junto com a sociedade civil organizada, a administração buscou essa duplicação e, agora, é a última etapa, de análise das intervenções que serão feitas no perímetro urbano. “A empresa se compromete a entregar esse projeto até o mês de novembro, que é a data que o governador solicitou para nós, junto com o deputado estadual Alexandre Curi. A empresa está fazendo um trabalho muito bom e temos certeza que o governador vai cumprir com o seu compromisso e, assim que o projeto estiver pronto, fará a licitação já no começo de 2022”, frisa o vice-prefeito.

Para Carlos Brandalise, esse projeto de duplicação, além de garantir a segurança de quem trafega por Pitanga, também será importante para o desenvolvimento da região central. “Pitanga terá uma logística privilegiada e isso, certamente, vai atrair empresas interessadas em investir no município, gerando emprego e renda para a região”, frisa. (Com Jornal Paraná Centro).

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