Empresa de Pitanga tem prejuízo de R$ 700 mil após incêndio em placas solares

Por conta do risco de choque elétrico, bombeiros precisaram esperar Copel interromper fornecimento de energia, para, então, combater o fogo. Pedido de interrupção foi feito pela empresa horas antes do incêndio


Uma empresa teve um prejuízo de mais de R$ 700 mil depois que o fio energizado de um poste se rompeu e caiu em cima de placas solares na terça-feira (9 de setembro) em Pitanga.

O cabo de energia caiu por volta das 8h45 da manhã. Minutos depois, a empresa entrou em contato com a Copel – companhia responsável pela distribuição de energia no Paraná.

Apesar da solicitação, nenhuma equipe da Copel foi até o local e o fornecimento de energia não foi interrompido.
Por volta das 18h20, um funcionário da empresa notou que o incêndio começou e acionou o Corpo de Bombeiros.

Por conta do risco de choque elétrico, a corporação precisou esperar a chegada de equipes da Copel para realizar o desligamento da energia, para, então, combater o fogo.

Por meio de nota, a Copel informou que registrou ocorrências em razão de tempestades acompanhadas de fortes rajadas de vento que afetaram a rede elétrica da região. (Veja o pronunciamento da Copel por meio de nota).
Disse também que Técnicos da companhia entrarão em contato com o cliente nesta quarta-feira para avaliar a situação e apurar os fatos. A empresa não se manifestou sobre a demora para atender a solicitação.

Segundo Regimarck Rubim de Melo, proprietário da empresa que faz o fornecimento de placas solares para geração de energia, mais de 800 produtos foram queimados no incêndio.

Ele explica que alugou um espaço, dentro de uma empresa que fabrica móveis pré-moldados, para armazenar as placas. Segundo Melo, o incêndio gerou inconvenientes não apenas para ele, mas também para o cliente que fez a compra dos produtos.

"É uma cadeia de prejuízo. Eu tenho prejuízo, o meu cliente final vai atrasar o momento em que ele vai ter retorno da usina instalada…", detalha.

O proprietário do espaço afirma que também teve prejuízos financeiros, uma vez que a operação na fábrica de pré-moldados teve que ser paralisada por conta do cabo energizado no local, a fim de proteger a integridade física dos funcionários.

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