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sábado, 19 de dezembro de 2020

Caso de criança de 4 anos é o segundo de H1N2 confirmado no Paraná em 2020, diz secretaria

Menina mora na área rural de Rebouças, na região central do estado, e está bem de saúde, informou a Sesa. H1N2 é um subtipo incomum do vírus Influenza A (H1N1)

Foto - Sesa
O Paraná registrou o segundo caso neste ano de H1N2, subtipo incomum do vírus Influenza A (H1N1), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A confirmação é de uma criança de 4 anos, moradora da área rural de Rebouças, na região central.

A menina está sendo monitorada em casa e está bem de saúde, informou a secretaria. Em abril, uma mulher de 22, de Ibiporã, na região norte, também contraiu o H1N2. Ela se recuperou rapidamente, segundo a Sesa.

No caso da criança, os pais levaram a menina para atendimento no Hospital Darcy Vargas, que fica em Rebouças, em 16 de novembro. Ela apresentava febre de 39ºC, dificuldade para respirar, coriza e dor de cabeça.

Conforme a secretaria, após a coleta de amostra o exame do Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen-PR) indicou se tratar da Influenza A. Em seguida, a amostra foi enviada para um laboratório da Fiocruz, no Rio de Janeiro, que fez o sequenciamento do vírus e determinou o subtipo.

Com isso, de acordo com a Sesa, o Ministério da Saúde é obrigado a comunicar o caso à Organização Mundial da Saúde (Sesa) e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

“Em meio à pandemia da Covid-19, qualquer novo vírus com potencial epidêmico identificado merece toda a atenção e imediata implementação de medidas de prevenção e controle”, afirma o secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto.

Investigação - Segundo a secretaria, equipes especializadas estiveram em Rebouças durante a semana para a análise retrospectiva do caso, coleta de novos materiais e pesquisa entre contatos da família da criança.

Além disso, o laboratório da Fiocruz está fazendo análise para compreensão detalhada da cepa encontrada.

“É uma medida fundamental, pois temos que trabalhar com todos os cenários epidemiológicos e, inclusive, com a possível emergência do vírus no hospedeiro humano. Espera-se que isso não aconteça e que o ciclo seja encerrado neste único contaminado”, explica a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr.

(Com informações Portal G1).
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