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Pelo segundo ano, Páscoa será com distanciamento social

Mais uma vez as celebrações que tradicionalmente marcam a Semana Santa terão de acontecer de uma outra forma, à distância e até mesmo mais solitária

Foto - Portal RSN
A Páscoa de 2020 foi o primeiro feriado celebrado já em meio à pandemia. E um ano depois de a sociedade começar a conviver com a circulação do novo coronavírus, pouca coisa mudou no que diz respeito às restrições e protocolos sanitários, embora muita coisa tenha mudado em termos de Saúde Pública. Isso porque, o Paraná enfrentou em março o momento mais grave até aqui da crise sanitária.

Dessa forma, mais uma vez as celebrações que tradicionalmente marcam a Semana Santa terão de acontecer de uma outra forma, à distância e até mesmo mais solitária, idealmente sem reuniões para além do núcleo familiar de convivência. Será assim novamente. Conforme a benzedeira Diamantina Francisca Mendes Calintro, de 78 anos, esse é um momento delicado.

"Está tudo assim, meio isolado. Minhas filhas estão nas casas delas, eu na minha casa. Ficamos chateados, mas fazer o quê? Tem de respeitar. Essa Páscoa vai ser cada um na sua casa, vamos deixar mais para frente, para se reunir. Não pude visitar meu bisneto. Meu neto mandou a foto dele, é muito lindo. Eles até falaram que poderiam vir, mostravam ele da rua, mas eu falei para esperar, que daí nos encontramos todos, não é?"

Ivane dos Santos, de 54 anos é filha da Dona Diamantina. Conforme a mulher, a Páscoa era um dos momentos em que toda a família se reunia para celebrar, uma tradição que, por ora, ficou no passado. “Ano passado foi a primeira [Páscoa] que passamos todos separados, cada um em sua casa, só se falando por telefone. E continua assim, do mesmo jeito”.

Ainda segundo ela, as vezes a Dona Diamantina insiste querer sair de casa, ver os netos e bisnetos, mas a família tem tomado todos os cuidados necessários para garantir a saúde da matriarca. “Ela quer vir aqui, mas não dá, precisa se cuidar. Já tomou a primeira dose [da vacina contra a covid-19], logo toma a segunda e aí vai ter mais liberdade. Mas antes vamos esperar ver se baixa um pouco essa pandemia, amenizam as mortes, para a gente voltar a se visitar, porque dá medo”.

(Com informações do Bem Paraná e Rede Sul de Notícias).
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