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Advogada Dra. Larissa Bruxel de Oliveira elerta sobre Golpe do Pix

Em nossa Região, há várias formas de golpes que vem sendo realizadas para tirar vantagens indevidas

Imagem ilustrativa/Reprodução

Desenvolvido pelo Banco Central do Brasil com a intenção de oferecer um sistema de transferência instantânea e eficiente, o PIX começou a funcionar em novembro de 2020. Desde então, essa forma de pagamento está cada vez mais popular entre pessoas e empresas.

No entanto, com essa nova opção de transferência bancária, diversos golpes foram criados para tirar vantagem indevida daqueles que pouco entendem sobre tecnologia.

Segundo a Advogada Dra. Larissa Bruxel de Oliveira, há diversas formas de golpes que vem sendo realizados por golpistas, inclisive na Região Central do Paraná.

Entre os casos mais comuns, está o que se verifica quando eles descobrem as credenciais da vítima por meio de clonagem de WhatsApp e, em seguida, invadem a conta bancária do usuário para fazer PIX para outras contas que têm acesso. 

Outra situação muito frequente ocorre quando os criminosos entram em contato telefônico com a vítima, passando-se por funcionários do banco e solicitam dados necessários para o acesso ou fazem com que a vítima lhes transfira algum valor sob o pretexto de estar testando o PIX.

Há também, a situação em que os golpistas entram em contato dizendo ser um famíliar, solicitando para salvar o "novo contato" alegando que trocou de número. Na sequência, pedem dinheiro.

Dra. Larissa destaca a importância, neste caso, de imediatamente tentar contato via telefone ou, até mesmo, chamada de vídio, para averiguar se realmente é o familiar que está solicitando o valor.

Em caso de cair em golpe e fazer um Pix aos criminosos, assim que perceba, a vítima deve entrar imediatamente em contato com a instituição financeira, explicando toda a situação. É importante realizar formalmente junto ao Banco uma impugnação dos valores indevidamente transferidos via PIX e, por fim, lavrar um Boletim de Ocorrência na Polícia Militar (PM) ou Polícia Civil (PM) detalhando todos os fatos.

Uma importante orientação para não cair em golpes semelhantes, é desconfiar de ligações telefônicas de supostos funcionários de banco, pois essas instituições normalmente não entram em contato para falar sobre o PIX. Ainda, antes de realizar qualquer transferência, é importante cadastrar a chave do contato e verificar se os dados do recebedor estão corretos.

[Entrevistada: Larissa Bruxel de Oliveira, inscrita na OAB/PR 106.212].


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